O que a ciência mostra sobre treinamento, composição corporal e peptídeos de colágeno em mulheres?
Pré-menopausa costuma ser explicada em termos de hormônios, ciclos e sintomas. É uma parte importante da história. A parte que raramente entra na conversa é o que está acontecendo, ao mesmo tempo, com a sua massa muscular. E essa é a única dessas variáveis sobre a qual você tem controle direto a partir de hoje.
O que é a pré-menopausa?
É o período que antecede a menopausa, quando o corpo começa a passar por mudanças hormonais graduais. A duração varia bastante de mulher para mulher, e os sinais podem incluir alterações no ciclo menstrual, no sono, na disposição e na forma como o corpo responde ao exercício e à alimentação.
É uma fase de transição, não de declínio. E é justamente por ser transição que ela funciona como janela: o que se constrói aqui é o que estará disponível depois.
Quando falamos sobre saúde da mulher, é comum que a atenção se concentre nas mudanças que acontecem durante a menopausa. Mas é na fase anterior que hábitos relacionados à alimentação, atividade física e composição corporal podem construir uma base importante para os anos seguintes.
E, quando falamos em envelhecimento saudável, existe um componente que merece atenção especial: a massa muscular. Mais do que uma questão estética, o músculo está relacionado à força, mobilidade, funcionalidade e capacidade de
realizar as atividades do dia a dia.
Por isso, cuidar da massa muscular não deveria começar apenas quando ela
começa a diminuir. Pode começar antes.
A pré-menopausa como uma janela de oportunidade
O envelhecimento é acompanhado por mudanças progressivas na composição corporal. Ao longo dos anos, manter massa muscular e força pode se tornar mais desafiador, especialmente quando hábitos de vida não favorecem esses componentes.
Por isso, estratégias como treinamento resistido, alimentação adequada e ingestão suficiente de proteínas são importantes para mulheres muito antes da chegada da menopausa.
O objetivo não é apenas construir músculo. É construir capacidade física, força e reserva funcional para o futuro.
E foi justamente nesse contexto que um estudo clínico chamou atenção para uma estratégia nutricional específica: a suplementação com peptídeos de colágeno associada ao treinamento resistido.
O que um estudo com 77 mulheres pré-menopáusicas mostrou?
O estudo acompanhou 77 mulheres na pré-menopausa durante 12 semanas de treinamento resistido, realizado três vezes por semana. As participantes foram divididas em dois grupos: um recebeu 15 g/dia de peptídeos específicos de
colágeno e o outro recebeu placebo.
Os pesquisadores avaliaram mudanças na composição corporal e na força muscular. E os resultados foram interessantes:
Mais massa livre de gordura
Após 12 semanas de intervenção, ambos os grupos apresentaram adaptações ao treinamento. Entretanto, o grupo que recebeu os peptídeos específicos de colágeno apresentou um aumento maior de massa livre de gordura em comparação ao grupo placebo.
O ganho foi de aproximadamente +1,0 kg no grupo colágeno, contra +0,4 kg no grupo placebo. Em termos relativos, isso correspondeu a aproximadamente 1,8% versus 0,9%.
Esse resultado chama atenção porque demonstra que a discussão sobre composição corporal não precisa se limitar à perda de gordura. Ganhar ou preservar massa livre de gordura também faz parte de uma composição corporal saudável.
E a gordura corporal?
Embora ambos os grupos tenham apresentado mudanças favoráveis, a redução foi maior entre as mulheres que receberam os peptídeos específicos de colágeno.
Isso reforça uma perspectiva importante: composição corporal é mais do que peso. Duas pessoas podem apresentar o mesmo peso na balança e ter proporções muito diferentes de massa muscular e gordura corporal.
Por isso, quando falamos em saúde e envelhecimento, acompanhar apenas o peso pode ser insuficiente. A qualidade da composição corporal importa.
Força também importa
Massa muscular não é sinônimo de função. Por isso, os pesquisadores também avaliaram a força das participantes.
O grupo que recebeu os peptídeos de colágeno apresentou um aumento significativamente maior na força de preensão manual em comparação ao placebo. Além disso, o treinamento resistido promoveu ganhos de força nos membros inferiores em ambos os grupos.
Esse ponto é particularmente importante. Porque, quando falamos em envelhecimento saudável, não queremos apenas preservar a quantidade de músculo. Queremos preservar aquilo que o músculo permite fazer: levantar, caminhar, correr, carregar, treinar e viver com autonomia
Mas por que estudar colágeno e músculo?
O colágeno é o principal componente da matriz extracelular, a estrutura que conecta as fibras musculares, transmite força e participa dos processos de regeneração. Por isso, peptídeos de colágeno vêm sendo investigados em relação a:
● Adaptação ao exercício;
● Composição corporal;
● Força e função musculoesquelética.
É importante, porém, fazer uma distinção: peptídeos de colágeno não devem ser tratados como substitutos de proteínas completas da alimentação. Eles podem ocupar um papel complementar dentro de uma estratégia nutricional adequada.
Onde entra o BODYBALANCE®?
O estudo de Jendricke e colaboradores é especialmente relevante porque utilizou 15 g/dia de peptídeos específicos de colágeno comercializados como BODYBALANCE®, associados ao treinamento resistido.
Ou seja, não estamos falando de um estudo genérico sobre colágeno. Estamos falando de uma intervenção específica, em uma população específica:
● 77 mulheres pré-menopáusicas;
● 15 g/dia de peptídeos específicos de colágeno;
● 12 semanas de acompanhamento;
● Treinamento resistido três vezes por semana.
Nesse contexto, foram observados resultados favoráveis em parâmetros de massa livre de gordura, gordura corporal e força em comparação ao placebo. Essa especificidade é importante para interpretar corretamente a evidência.
Por que isso importa antes da menopausa?
Porque saúde muscular não é apenas sobre aparência. É sobre força, mobilidade, autonomia, funcionalidade e qualidade de vida. E esses são componentes que merecem ser cuidados ao longo de toda a vida.
Você não precisa esperar a menopausa para começar a cuidar da sua massa muscular feminina. A força que você constrói hoje também faz parte da saúde que você leva para o futuro.
A ciência já começa a mostrar que, em mulheres pré-menopáusicas, a combinação entre treinamento resistido e estratégias nutricionais específicas pode ser uma abordagem interessante para cuidar da composição corporal e da função muscular.
Da evidência para a rotina
O BODYBALANCE® não é um substituto para alimentação, proteína ou exercício. É uma ferramenta complementar.
E ferramenta complementar só funciona se for usada com constância. O protocolo do estudo foi de 12 semanas de uso diário e é aí que a maioria das estratégias falha: não por falta de convicção, mas porque não cabem na rotina.
O Body Peptides da Welz usa a tecnologia BODYBALANCE®, o mesmo ingrediente do estudo citado neste texto, em 15g de proteína de peptídeos de colágeno por lata, com 67 kcal, zero açúcar e zero lactose. Em formato de bebida gaseificada, para tomar sem virar mais uma tarefa do dia.
Referências:
JENDRICKE P, CENTNER C, ZDZIEBLIK D, GOLLHOFER A, KÖNIG D. Specific Collagen Peptides in Combination with Resistance Training Improve Body Composition and Regional Muscle Strength in Premenopausal Women: A Randomized Controlled Trial. Nutrients. 2019;11(4):892.